A chatice da mesmice
- 12 de mar.
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"Os dias são todos iguais, rotinas nos fazem normais e o que fomos ontem, já não podemos ser mais. Parece uma constante chatice, é o mesmo que falar, falar e falar e continuar atolado na mesmice." O poema de Charles Miller, invoca a chatice da mesmice. Embora a tecnologia enfeite nossas ações e ideias, no fundo nada muda. É tudo igual.
Evoluir é ascender a patamares melhores. É tornar-se uma versão melhor de si mesmo. Ser mais sábio, menos impulsivo e, se possível, mais bondoso. Como diz um grande amigo, cheio de bom humor, a fatura da chatice vem sempre acompanhada da falta de sensatez, da conformidade sobre as coisas e fatos e de que nada precisa ser mudado.
A chatice da mesmice serve de inspiração para o tédio. Ela chega ao cúmulo de ser agonizante, aborrecida e cansativa de tão medonha e enfadonha. Entra ano e sai ano, tudo se repete.
Talvez, quem sabe, sua serventia seja avisar que o tempo está passando e que o predicado já vai para lá de longe e as coisas precisam ganhar novos rumos quanto aos nossos comportamentos, situações e experiências.

Edição e Redação: Blog O Braço de Ouro

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